segunda-feira, 31 de agosto de 2009

o pior de tudo é q esse diálogo realmente aconteceu

Hoje tracei um objetivo pra minha vida: viver!

WTF?? Como assim - eu penso - afinal, a vida não possui como objetivo primordial o simples ato de ser vivida?

Nesse exato momento eu noto que estou tendo um diálogo sobre minha própria existência comigo mesma.

Hmmmmmmm - o outro Eu diz - como assim?

Desisto! - escuto o outro Eu dizer e bater uma porta imaginária que somente pode ser criada por uma mente degenerada por anos desperdiçados com séries de televisão a la Seinfeld. Mas não era qualquer desisto, deu pra notar que nessa simples palavra de 7 letras existia uma carga enorme de tentativas mal-sucedidas de tentar convencer outra pessoa de coisas simples, como o fato do céu ser azul ou de que uma banana tem de ser desprovida de sua casca e daqueles fiozinhos medonhos que só uma porcaria criada pela natureza pode possuir.

Volto então a jogar Kingdom Hearts no Gameboy advanced…rosa.

P.s: eu AMO banana

um dos tantos dias da minha vida

- FILHA DA PUTA - foram as palavras proferidas por minha mãe para mim (sim, eu sou a filha dela).
_ Que, tchê? - eu digo meio assustada, devido ao nível de xingamento utilizado (pois, pra chegar ao ponto do auto-xingamento...acho que fiz algo muito ruim).
- Não desse comida pros cachorros como eu te pedi!

E fui dar comida aos cachorros, meio abalada.

Minha mãe é um doce.

domingo, 30 de agosto de 2009

Primeiro, esclarecendo...

Um amigo meu, quando primeiro leu um texto de minha autoria proferiu as seguintes palavras: "tu copiou do André a idéia, não é?"
Tive que demonstrar citando nomes de autores que o estilo de escrita desse meu amigo era proveniente da leitura de outros autores, o que muito provavelmente também ocorre com esses mesmos autores, e assim sucessivamente...
Temo afirmar que ele ficou um tanto quando espantado em ver que não era proveniente somente da mente, mas sim de um aglomerado de informações alheias que saiu esses textos do meu amigo.

Aí entra a questão: isso é plágio, o que tanto eu quanto o meu amigo fazemos?

A inspiração quase divina proveniente de páginas impressas com uma das tantas escritas terráqueas, o português, modificado além-mar e desmembrado até soar mais do "nosso jeitinho" pode ser considerado plágio?

Pergunto isso após ver nos olhos de meu amigo que o mundo não é mais mundo, que, o que muito foi citado essa semana, a terra não mais gira em seu curso normal (gira levemente um pouco mais para a esquerda, mas isso decorre de acontecimentos de um particular final de semana alcoólico, regrado a boa e velha - e maldita - tequila).

Bem, terei de começar esse Blog desvendando se estamos nós, reles mortais, plagiando ou não. De acordo com o Dicionário Enciclopédico Brasileiro Ilustrado, organizado sob direção do professor Alvaro Magalhães de 1951, plágio é:
"Compra de um homem livre, sabendo-se que o era, com o fim de o escravisar ou retê-lo na servidão; utilização de servo alheio como se fôra próprio."

Não é preciso muito para ver: ambos não cometemos plágio. Se bem que o André não sei se comprou um homem ou não.

Ah sim, diz isso também:
"Cópia de obra alheia, parcial ou total e apropriação da sua autoria"

Isso somente aumenta ainda mais o meu argumento do não plagiamento meu e de meu amigo. Posso dizer agora com toda felicidade que me tenho no peito que ambos somos gratos aos autores vindos antes de nós, e que estamos a seus pés e vamos copiá-los até a última letra de suas idéias, espremer, e ver se sai algo melhor.

Tá, falo só por mim.

Bom, aproveitem então a partir de agora algumas idéias, pensamentos, contos, talvez alguma poesia, e quem sabe alguma piada de português, não plagiada, 80% original e com todos direitos autorais reservados.